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COMPRA DE MILHAS

Evite golpes

Ao fazer esse tipo de transação, confira se a quantidade de milhas usada foi a acordada na venda. Caso a empresa tenha utilizado mais pontos do que o acordado, é possível cancelar as passagens emitidas indevidamente e reaver parte da pontuação de acordo com o programa de fidelidade correspondente

. Procure empresas que tenham telefone e endereço fixos e ainda possuam CNPJ

. Busque indicações dessas empresas na internet, com amigos e em redes sociais (Twitter, Orkut e Facebook)

Onde comprar

www.viajar-facil.com

www.hotmilhas.com.br



Escrito por Luiz resende às 11h14
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Comércio de milhas viram negócio na web

Proibida pelas companhias aéreas no contrato de adesão a seus programas de acúmulo de pontos, a comercialização de milhas vem se tornando uma prática cada vez mais comum e profissionalizada com direito a cotação diária, assim como ocorre com as ações em bolsas de valores. O que para muitos usuários se resumia à emissão de passagens para terceiros – o que é permitido pelas aéreas – agora se transformou em um verdadeiro comércio paralelo que envolve agências de turismo, empresas especializadas na compra e venda de milhas e consumidores dispostos a ganhar uma grana extra com os milhares de pontos acumulados. Os negócios são realizados livremente via internet, plataforma mais utilizada para esse tipo de comércio.

As companhias aéreas nacionais, em especial a TAM e a Gol, que possuem os programas de maior adesão no país (TAM Fidelidade e Smiles) – apesar de deixarem claro que a prática comercial dos benefícios, se comprovada, representa exclusão do cliente do programa de fidelização e cancelamento dos pontos acumulados –, fazem vista grossa para a situação. Os anúncios de negociação das milhas se multiplicam livremente pela internet, assim como as empresas que exploram este mercado. Sem se identificarem, proprietários de sites garantem que nunca sofreram qualquer retaliação das companhias aéreas por exercerem a atividade.

Uma rápida busca pelo Google com as palavras “vender milhas” dá ideia da dimensão que este negócio vem ganhando. Nos próprios links patrocinados do localizador, posicionados no canto direito da tela ou destacados em amarelo na área de resultados da busca, há vários anúncios de empresas especializadas na transação de milhas. Muitas delas oferecem até cotação on-line, que varia de acordo com a oferta e a demanda, bem como com a companhia aérea na qual serão emitidas as passagens. Ontem, 10 mil milhas na TAM, volume necessário para comprar um trecho para destinos nacionais e na América do Sul, podiam ser vendidos, em média, por R$ 300, enquanto a mesma quantidade na Gol estava cotada a R$ 280.

Oferta

Há cinco anos fazendo a intermediação entre a compra e a venda de pontos dos programas TAM Fidelidade e Smiles, a empresa Hot Milhas já pagou pela pontuação de mais de 4 mil pessoas no país. “Já compramos até 1 milhão de milhas da mesma pessoa”, conta um dos fundadores, Ramiro Madureira. Com os pontos disponíveis, a Hot Milhas emite passagens aéreas para clientes de pelo menos 30 agências de viagens parceiras.

Segundo Ramiro, a variação dos preços está atrelada ao movimento de oferta e demanda. “Em janeiro, quando mais pessoas querem viajar e emitir bilhetes, a cotação sobe porque a oferta de milhas, em geral, se mantém estável”, explica. 

Para o empresário, existe um motivo financeiro para as empresas aéreas não combaterem este mercado. “O Multiplus Fidelidade – que concentra o programa de milhagem da TAM – e o Smiles vendem pacotes de milhas para os bancos, que as distribui empara quem usa seu cartão de crédito”, conta. “Quanto mais pessoas transferirem esses pontos acumulados no cartão para a companhia aérea, mesmo que seja para vender, mais milhas os bancos têm que comprar para distribuir, garantindo receita aos programas de fidelidade”, acrescenta.

Para quem vende, a recompensa está no fato de não perder as milhas que, por ventura, viessem a expirar. Foi o que aconteceu com o administrador Paulo Alaor Fonseca Silva, que fez a sua primeira venda este ano e recebeu R$ 1,5 mil por suas 50 mil milhas. “Estava juntando para viajar para fora do país, mas, como a viagem foi adiada, descobri que tinha um comércio dos pontos e resolvi vender para não perdê-los”, conta.

Apesar de não saber se foi uma operação vantajosa, ele reconhece que é preciso fazer as contas para saber quando vale a pena comercializar as milhas ou quando é mais lucrativo emitir as passagens. “Não é uma ciência exata porque sempre há as promoções das companhias aéreas, em que você pode comprar mais barato e ganhar mais dinheiro vendendo as milhas”, pondera.

Mercado alternativo

Como as empresas atuam para comprar milhas.A maioria realiza as transações por meio da internet, onde o consumidor interessado em vender as milhas faz contato com a empresa.

O primeiro passo é pedir a cotação das milhas disponíveis para a venda. As empresas normalmente não compram volumes fracionados, somente de 10 mil em 10 mil milhas, o equivalente a um trecho nacional ou para destinos na América do Sul.

Algumas empresas oferecem cotação online e em tempo real. Outras pedem o envio da solicitação por meio de um formulário disponível no próprio site.

Cada empresa tem uma política distinta de conclusão do negócio. Algumas pedem o envio de informações adicionais (endereço completo, CPF, telefone comercial e residencial) para evitar golpes. Quem tem o nome incluído em cadastro negativo (SPC e Serasa) normalmente não consegue concluir a negociação. Outras empresas não fazem exigências e, assim que o cliente confirma o interesse na venda, é necessário enviar dados para confirmação de que as milhas realmente estão disponíveis. Em geral, trata-se de um print da tela do programa Smiles e da assinatura e senha eletrônica no TAM Fidelidade.

Algumas empresas depositam todo o valor acordado antes da liberação das senhas. Outras transferem metade do valor antes, e o restante depois da emissão das passagens aéreas.

A conclusão da venda só é possível se o cliente estiver disposto a conceder suas senhas de acesso aos programas de fidelidade. No caso do TAM Fidelidade, ainda há a senha de resgate de quatro dígitos, que também deve ser informada.

Quando a empresa conclui a operação, o cliente é informado e, se quiser, pode alterar senhas, impedindo acessos indevidos no futuro.



Escrito por Luiz resende às 11h13
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O fim da era dos livros e CDs no comércio eletrônico brasileiro

Há um fato emblemático no balanço divulgado pelo e-bit que aponta que o comércio eletrônico no Brasil movimentouR$ 14,8 bilhões em 2010: os livros perderam a tradicional liderança entre os itens mais comercializados online para eletrodomésticos.

Trata-se de um exemplo da maturidade do setor nacional que todo executivo gosta de alardear publicamente. Desde a primeira tentativa de mensurar o comércio eletrônico no Brasil, livros, CDs e DVDs apareciam na liderança em volume entre as vendas internet.

A explicação era simples: o brasileiro ainda não tinha “intimidade” suficiente com as compras virtuais e, para tatear no ambiente novo, arriscava compras de valores menores e sem qualquer possibilidade de configuração – um livro é o mesmo comprado online ou tirado da prateleira de uma livraria.

Livros, CDs, DVDs e afins foram as cobaias para que os brasileiros se acostumassem com as compras digitais. Isto se reflete nos primeiros balanços do e-bit: em 2003, por exemplo, metade dos itens vendidos pela internet foram livros, jornais, CDs e DVDs. Sete anos depois, eles foram responsáveis por 16% das vendas. A queda não reflete o cenário geral dos setores fonográfico e editoral no Brasil: em 2009, a venda de CDs caiu 9,3% em unidades segundo a ABPD, enquanto a quantidade de  livros comercializados cresceu 8,1%, para 228 milhões de unidades, segundo a CBL.

Em 2010, os eletrodomésticos são os novos líderes. A categoria que compreende fogões, geladeiras e afins contabilizou 14% de todas as vendas pela internet. Como são mais caros que livros, CDs e DVDs, a ascensão de eletrodomésticos ajudou a aumentar o tíquete médio do comércio eletrônico brasileiro para R$ 373 em 2010 (era R$ 335 um ano antes).

Isto quer dizer que um número suficientemente grande de brasileiros já se sente confortável em gastar centenas de reais em um produto que não poderá levar para casa na hora para que a categoria ofusque a venda de itens menores.

Não é coincidência que os eletrodomésticos tenham assumido a liderança dois anos depois que varejistas tradicionais tenham investido fortemente nas vendas online. O principal responsável é a Nova Pontocom, empresa de varejo online formada pela fusão entre o Grupo Pão de Açúcar e a Casas Bahia em 2009.

Empresas “puro sangue” da internet (como é o caso do Submarino) podem se beneficiar do pioneirismo, mas não da associação que consumidores fazem com as operações de cimento e tijolo do Extra ou Casas Bahia. Um bilhão de banners não vencem a influência que um loja no calçadão exerce na capacidade do consumidor planejar onde comprará sua próxima geladeira.

Neste aspecto, a entrada mais forte de Extra e Casas Bahia pode ser apontado como fundamental para a escalada dos eletrodomésticos nas vendas eletrônicas no Brasil. Nas palavras do diretor geral da e-bit, Pedro Guasti, o Brasil se encaminha para que o varejo tradicional se mantenha firme e forte, mas passe a desempenhar o papel de show room para um número cada vez maior de brasileiros: o consumidor conhece o produto “ao vivo” na loja, volta para casa, faz o pedido e recebe dias depois.

O fato é emblemático por representar o retrato de uma tendência: a própria e-bit espera que, nos próximos três anos, a base de consumidores que usam a internet no Brasil dobre, atingindo cerca de 50 milhões de pessoas. Com os investimentos maiores dos varejistas tradicionais em web e a natural substituição da mídia física pela digital em músicas, livros, jornais e revistas, a participação de CDs, DVDs e livros em folhas de papel deve se reduzir ao registro de um momento do passado.

Bom para o varejo brasileiro – feito ele de átomos ou bits.



Escrito por Luiz resende às 10h30
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Receita admite que alta do IOF tem viés arrecadatório

Agência Estado

Publicação: 28/03/2011 17:11 Atualização:

O aumento de 2,38% para 6,38% na alíquota do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) para compras no exterior com cartão de crédito também tem viés Contencioso da Receita Federal, Sandro Serpa. Segundo ele, o aumento previsto de R$ 802 milhões na arrecadação do tributo em 2011 servirá para compensar metade da renúncia fiscal decorrente da correção em 4,5% da tabela do Imposto de Renda de Pessoa Física (IRPF).

"Toda perda de tributo deve ser compensada pelo aumento da arrecadação em outros tributos, de acordo com a Lei de Responsabilidade Fiscal", afirmou Serpa. "É uma medida que vem sendo estudada há muito tempo pelo governo e o momento foi oportuno para isso. Mas não é só arrecadação, também tem outros benefícios", acrescentou.



Escrito por Luiz resende às 17h29
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Receita Federal tem brecha legal que permite pagar menos IR


MARCOS CÉZARI
DE SÃO PAULO

Ao fazer a declaração, os contribuintes têm a possibilidade de reduzir a carga fiscal exigida pela Receita. E isso pode ser feito de forma legal, sem risco de a declaração ser retida na malha fina.

Veja a especial do IR 2011
Antecipar restituição do IR em banco requer análise cuidadosa
Receita aperfeiçoa "armas" para cruzar dados e pegar sonegador

Usando as brechas dadas pela Receita, os contribuintes terão restituição maior ou pagarão menos após a entrega da declaração.

Essas possibilidades são mais comuns no caso de contribuintes casados e nos casos em que os filhos também trabalham. Eis algumas manobras que o leão permite.

SEPARADAS

Quando trabalham (ou têm renda), integrantes da mesma família (marido, mulher, filhos etc.) devem sempre fazer declarações separadas -cada um terá a isenção anual de R$ 17.989,80.

No caso de um casal, o que tiver a maior renda deve, de preferência, declarar usando todas as deduções permitidas (o modelo completo).
Se suas deduções forem superiores a R$ 13.317,09, sempre será vantagem optar pelo modelo completo.

O que tiver a menor renda deve, em geral, declarar no modelo simplificado, pois poderá abater, sem comprovação, 20% da renda tributável (limitado a R$ 13.317,09).

PENSÃO ALIMENTÍCIA

Quando um casal se separa, geralmente o marido deve definir, perante o juiz, como será o pagamento da pensão alimentícia judicial à ex-mulher e aos filhos (se houver).

Nos casos em que não há filhos (ou se eles forem maiores), o acordo pode ser feito por escritura pública.

Tomemos por exemplo um casal com dois filhos menores. Se o marido pagar pensão alimentícia aos três, deve dizer ao juiz que deseja pagar valores individuais (em contas bancárias) em vez de fazer um só depósito. Para tanto, todos terão de ter CPF.

Se pagar R$ 1.400 a cada um, a empresa em que trabalha (se for assalariado) descontará R$ 4.200 e depositará R$ 1.400 para cada um.

Os valores são isentos. Se quem paga a pensão for autônomo, abaterá esse valor no cálculo do carnê-leão.

Ao declarar, o responsável pela guarda dos filhos deve fazer três declarações. Como cada um terá recebido R$ 16,8 mil, todos estarão isentos. No total, R$ 50,4 mil da família estarão isentos.

Se os R$ 50,4 mil fossem pagos apenas à ex-mulher, ela teria R$ 3.004,56 de imposto devido no ano (usando o modelo simplificado).

BENS COMUNS

Se um casal tem renda de bens comuns, pode dividi-la (metade para cada um). Exemplo: marido e mulher trabalham e têm imóvel alugado por R$ 2.000 mensais.

Nesse caso, não precisarão pagar o carnê-leão porque cada um recebe R$ 1.000 (valor isento). O ideal é declararem separadamente. Assim, cada um inclui a própria renda e os R$ 12 mil do aluguel.

Se cada um tiver recebido R$ 40 mil no emprego (ou como autônomo), a renda anual individual será de R$ 52 mil. Declarando no modelo simplificado, cada um poderá deduzir R$ 10,4 mil. A renda tributável individual será de R$ 41,6 mil, o que dá R$ 3.292,56 de IR devido (juntos, pagarão R$ 6.585,12).

Se um deles tributasse os R$ 2.000 apenas na sua declaração, teria pago R$ 37,57 por mês pelo carnê-leão. No ano, seriam pagos R$ 450,84. Nesse caso, sua renda anual totalizaria R$ 64 mil (a do outro seria de R$ 40 mil).

No caso de R$ 64 mil, o IR devido seria de R$ 5.766,65; no de R$ 40 mil, seria de R$ 1.428,69 (ambos usando o modelo simplificado).

Lançando o aluguel em duas declarações, o imposto devido pelo casal seria de R$ 6.585,12; em apenas uma, seria de R$ 7.195,34.



Escrito por Luiz resende às 10h44
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Governo aumenta IOF para cartões de crédito no exterior

O brasileiro que fizer compras no exterior com cartão de crédito terá de pagar 6,38% em IOF (Importo Sobre Operações Financeiras), segundo publicação de decreto presidencial desta segunda-feira no "Diário Oficial" da União. A medida começa a vigorar hoje, mas a incidência do imposto, de fato, ocorre daqui 30 dias.

A Folha antecipou em reportagem do dia 8 de fevereiro que o Planalto estudava elevar a tarifa, mas, no mesmo dia, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, desmentiu a intenção do governo.

"Ninguém pensou em nada. Não sei quem falou isso", afirmou Mantega na ocasião.

O decreto eleva de 2,38% para 6,38% o IOF para as compras com cartão de crédito no exterior.

A medida tem como objetivo conter a queda do dólar ao desestimular o uso do cartão de crédito na importação.

O governo estuda a medida para frear o consumo no exterior, já que, no ano passado, essas transações somaram R$ 10 bilhões, um crescimento de 54% ante 2009.

A combinação de crescimento de renda com dólar barato favorece as viagens para fora e as compras de importados pela internet.



Escrito por Luiz resende às 10h43
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Centro Ótico vende óculos falsos como se fossem de grife

Operação. Polícia descobre que produtos feitos na China por apenas R$ 0,41 chegam ao freguês por até R$ 1 mil.

Revelada na última sexta-feira, a operação Ilusão de Ótica, que investiga um esquema de sonegação de impostos e contrabando envolvendo a rede Centro Ótico, uma das mais tradicionais do Estado, descobriu um gigantesco golpe de falsificação contra os consumidores. O delegado Cassino Aufiero, chefe da Delegacia de Estelionato e Desvio de Carga (DEDC) do Paraná, onde a rede tem empresas com outros nomes, disse ontem ter provas suficientes para atestar que as óticas do empresário Francisco Sales Dias Horta vêm lesando os consumidores com a venda de armações e até mesmo lentes de grau falsificadas como se fossem de grife.


Segundo o policial, que comanda a investigação no Paraná, onde a operação foi desencadeada, grande parte dos óculos oferecidos nas lojas Centro Ótico é fabricada na China copiando modelos de marcas famosas. Com um custo de apenas R$ 0,41, as lentes e óculos pirateados chegam às mãos dos consumidores de Minas e do Paraná a preços bem mais salgados. Algumas chegam a custar até R$ 1.000.

Para chegar ao mercado brasileiros, os produtos passavam pelo Paraguai, disse o policial. "Os 100 mil óculos que apreendemos na operação estavam com lentes e em caixas lacradas com carimbo da China", afirmou o delegado Aufiero. De acordo com ele, produtos originais, mas em quantidade reduzida, também eram colocados nas vitrines apenas para não chamar a atenção. A investigação teve início há cinco meses, a partir de uma denúncia.

Até quarta-feira, 15 pessoas haviam sido presas em Belo Horizonte e em Curitiba por envolvimento no esquema. Entre os detidos estão Adriana Sales Dias Horta e Francisco Dias Horta Neto, filhos do empresário. Ontem, a polícia protocolou o pedido de prorrogação das prisões. Francisco Sales Horta, que é apontado como chefe da quadrilha, é considerado foragido. Ele estaria na China, de onde teria falado à rádio Itatiaia. A Interpol foi acionada para capturar o empresário.

Segundo a operação Ilusão de Ótica, a rede de óticas estaria envolvida em pelo menos 12 crimes. Além do esquema de contrabando e falsificação, o grupo responde pelos crimes de corrupção, lavagem de dinheiro, estelionato e corrupção que, segundo a polícia, vêm acontecendo há pelo menos dez anos sob o comando de Francisco Horta. Uma fraude que causou um rombo de R$ 50 milhões nos cofres públicos.

Tentáculos. A operação Ilusão de Ótica também desmontou uma quadrilha de estelionatários que agia dando suporte à rede Centro Ótico. "Essas pessoas eram encarregadas de abrir empresas fantasmas e falsificar documentos para legalizar os produtos falsos e sonegados. O Francisco Horta comprava os produtos dessas empresas", disse.

O delegado explicou que os "laranjas" e as empresas de fachada eram usados para desviar a atenção da polícia. "Assim, iríamos investigar os ‘laranjas’ e não os empresários que poderiam até se fazer de vítimas. Eles poderiam alegar que compraram produtos falsos sem saber", contou Aufiero. (O Tempo)



Escrito por Luiz resende às 18h12
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Esquema de contrabando de óculos trouxe prejuízo de pelo menos R$ 50 milhões

De acordo com a Polícia Civil do Paraná, pelo menos cinco pessoas foram presas em Belo Horizonte na “Operação Ilusão de Ótica”, desencadeada na manhã desta sexta-feira também nos estados do Paraná, Santa Catarina e São Paulo, onde foram presas mais 11 pessoas. Todos seriam suspeitos de envolvimento em um esquema de contrabando de óculos que funcionava há 10 anos e trouxe um prejuízo de aproximadamente R$ 50 milhões aos cofres públicos.

Entre os detidos está a filha de um empresário do ramo de óticas da capital mineira, apontado como chefe do esquema. Na casa dela, no Bairro Belvedere, foram apreendidos vários documentos, CPUs de computador e óculos. A Polícia Civil de Minas Gerais dá apoio aos agentes do Paraná nas diligências na capital e Região Metropolitana. Parte do material apreendido na capital foi levado para uma unidade da PC no Bairro Gameleira. Ainda de acordo com a Polícia Militar, mais de 100 mil mercadorias teriam sido apreendidas nos estados onde a operação ocorre. Fuzis e granadas também foram recolhidos.
Durante os cinco meses de investigações, a Delegacia de Estelionato e Desvio de Cargas levantou evidências de que que redes de óticas de Curitiba e Belo Horizonte (MG) receptavam mercadorias de origem chinesa, que entravam no Brasil pelo Paraguai. Conforme a polícia, as empresas adulteravam notas fiscais para legalizar os produtos e sonegar imposto de renda.

  

Chefe do esquema é ex-deputado federal de Minas
Ainda de acordo com a Polícia Civil do Paraná, as investigações apontaram que o líder da quadrilha é um ex-deputado e ex-presidente da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) de Belo Horizonte. Funcionários e familiares serviam como laranjas para a criação de empresas de fachada.
Os envolvidos serão indiciados por receptação de carga de origem ilícita, formação de quadrilha, falsificação de documentos públicos e particulares, lavagem de dinheiro, estelionato, sonegação fiscal, ameaça, corrupção, adulteração e comercialização de produtos nocivos à saúde, comunicação falsa de crime, apropriação indébita e fraude previdenciária.
O delegado-chefe da Delegacia de Estelionato e Desvio de Carga (DEDC), Cassiano Aufiero, informou que o trabalho de investigação continua em busca de outras pessoas que tenham envolvimento com a quadrilha, e há possibilidade de ex-funcionários públicos federais e estaduais terem contribuído na sonegação de impostos. (Texto na íntegra – Estado de Minas)



Escrito por Luiz resende às 13h17
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EMPRESáRIA é PRESA POR SUSPEITA DE INTEGRAR QUADRILHA DE ASSALTANTES

A empresária Marcela Soares Pimenta, 29, foi presa na manhã de ontem (17), suspeita de envolvimento em crimes de roubo e participação em quadrilha especializada em assaltos. Ela foi detida mediante mandado de prisão. Além dela, outras quatro pessoas foram detidas. Dieckson de Jesus Soares (preso na quarta-feira, dia 15), Danilo Antônio Bremer, conhecido como ‘Gordo’, Mitsunoni de Oliveira, o ‘Japonês (suspeito de invadir no último dia 28 de fevereiro o apartamento de um homem recém chegado dos EUA, no bairro São Jacinto) e Delvano José Batista (aluno do Curso Técnico de Segurança Pública da Polícia Militar. Ele está detido no 19º Batalhão). Viaturas da Polícia Civil e Militar chegaram à residência de Marcela por volta das 6h, na rua C, no São Jacinto. A acusada possui três lojas na cidade.
O delegado João Ferraz preside as investigações. “Dentre os acusados presos uma comerciante e um aluno do curso da Polícia Militar. Eles já estão presos e vamos continuar as investigações para esclarecer os fatos”, destaca.

 

  

A empresária Marcela Soares, proprietária de três lojas na cidade, e Dieckson de Jesus, junto a outros três comparsas (incluindo um aluno da Polícia Militar) são suspeitos de participação em assaltos ocorridos recentemente na cidade (esq.); Estão detidos Danilo Antônio Bremer, conhecido como ‘Gordo’, e Mitsunoni de Oliveira, o ‘Japonês (a esquerda), suspeitos de integrarem a quadrilha (centro); Foto de uma loja (São Jacinto) das três pertencentes à Marcela em T. Otoni (dir.)

 

Investigações

Há vários dias a polícia investiga a empresária. O delegado Ferraz contou durante entrevista coletiva, na tarde de ontem, que as investigações foram iniciadas logo após uma série de assaltos que estavam ocorrendo em Teófilo Otoni desde o início do ano. Ele conta que no decorrer dos trabalhos policiais houve uma ação conjunta entre as Polícias Civil e Militar que terminou na prisão dos cinco suspeitos.  “Montamos uma operação conjunta que foi muito bem sucedida. Nela arrecadamos certa quantidade de maconha, armas de fogo e quase 80% dos objetos que haviam sido subtraídos nesses roubos”, relata o delegado.
O pedido de prisão de Marcela Pimenta aconteceu devido a prisão de Dieckson de Jesus, 21, e um adolescente de 15 anos que participaram do roubo ao aposentado Antenor Laube, 86, no distrito de Topázio. O idoso juntamente com familiares foi surpreendido em casa por quatro homens. Ele reagiu e acabou atingido com um tiro na barriga, sendo socorrido para o hospital Santa Rosália, onde se encontra internado. Os dois rapazes teriam relatado o envolvimento da empresária no planejamento do assalto.
Há ainda as suspeitas do envolvimento dela em outro assalto, praticado há 15 dias. Desta vez, contra Antônio Juscinei de Gomes, 39, recém chegado dos EUA. A vítima é dono do prédio onde Marcela reside. Neste crime foram levados aproximadamente R$ 20 mil em produtos eletroeletrônicos que a Antônio Juscinei havia trazido do exterior. Em seguida, os bandidos fugiram no carro da comerciante, e ela foi supostamente mantida refém. Marcela foi deixada juntamente com o carro nas imediações da Nestlé. Na ocasião o DIÁRIO chegou a divulgar este fato colocando Marcela como vítima dos bandidos.
Segundo o delegado Ferraz parte dos produtos roubados de Juscinei foram recuperados pela polícia.  “Descobrimos durante as investigações e depoimentos dos acusados que Marcela teria simulado o seqüestro. Não posso revelar todo o conjunto do inquérito, mas temos várias provas técnicas que comprovam esta versão. Já as provas testemunhais foram corroborando com as provas técnicas que possuíamos. Sendo assim, não tivemos outra alternativa a não ser representar junto a justiça as prisões cautelarmente”, acrescenta.

Assaltos

O primeiro assalto realizado pela quadrilha, segundo a investigação policial, aconteceu no dia 28 de fevereiro. Na ocasião dois homens armados invadiram o apartamento de Antônio Juscinei de Gomes, 39. Os assaltantes levaram objetos avaliados em R$ 20 mil em três malas. A vítima foi amarrada e teve os olhos vendados, além de sofrer agressão dos criminosos. Na fuga seqüestraram a empresária Marcela Soares Pimenta utilizando o carro da mesma. A comerciante foi levada e abandonada na estrada da Cooperativa Nestlé, juntamente com o automóvel. Nas primeiras diligências, dois indivíduos foram localizados com uma arma de fogo no bairro Jardim Serra Verde. Eles foram presos e levados para a Delegacia, mas não foram reconhecidos pelas vítimas como autores do assalto. 
O segundo assalto atribuído a Marcela aconteceu contra o aposentado Antenor Laube. Ele teve a casa invadida por quatro pessoas na última terça-feira (15). O pensionista reagiu e acabou atingido com um tiro na barriga. Os bandidos tentaram fugir num veículo Gol pela BR 116. Durante a fuga trocaram tiros com policiais militares. Dois conseguiram fugir. Foram presos um adolescente de 15 anos e Dieckson de Jesus. (Texto e fotos: Diário de Teófilo Otoni – 18/03)



Escrito por Luiz resende às 13h12
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Nova Diretoria e novo Conselho Fiscal da CDL de Teófilo Otoni são empossados

A sede Social do Automóvel Clube de Teófilo Otoni (ACTO) ficou repleta na noite desta sexta-feira (18) para um evento solene: a posse da nova diretoria e do novo Conselho Fiscal da Câmara de Dirigentes Lojistas de Teófilo Otoni (CDL/TO).

Inicialmente, o presidente do Conselho Superior da CDL/TO, Alexandre Mattar Neto, destacou que é preciso parar de falar mal de Teófilo Otoni e promover iniciativas que melhorem a cidade. O empresário disse que é preciso, sobretudo, investir em gestão de pessoas. Ele elogiou a gestão da ex-presidenta Rosilda “Rose” Gonçalves Medeiros e desejou sucesso à nova diretoria, presidida pelo economista Luiz Resende de Andrade.

A ex-presidenta Rose fez um balanço de sua gestão, com destaques para os cursos e parcerias promovidos pela CDL/TO. Entre elas, com a PUC Minas, que permitirá a realização de cursos de graduação e pós à distância.

O presidente Luiz Resende informou que a atual gestão irá manter a continuidade da anterior, mas com maior divulgação das ações da entidade. Ele nominou todos os integrantes da nova Diretoria e do novo Conselho Fiscal e pediu maior participação dos associados da entidade.

Ao final, o secretário municipal de Agropecuária e Abastecimento de Teófilo Otoni, Daniel Sucupira – representando a prefeita Maria José que se encontra em viagem ao exterior, falou dos desafios que a CDL, SindComércio e Associação Comercial devem enfrentar para o desenvolvimento de Teófilo Otoni.

Um vídeo institucional da CDL/TO, com mensagens de associados e o lançamento da campanha Compra Premiada CDL 2011, foi veiculado no salão Nobre do ACTO.

Representantes das CDLs de Carlos Chagas e de Governador Valadares prestigiaram o evento, que foi finalizado com um coquetel.

Câmara de Dirigentes Lojistas de Teófilo Otoni

Gestão Atual (2011-2013)

LUIZ RESENDE DE ANDRADE

Presidente

RICARDO BASTOS PERES

Vice-Presidente

 

FRANCISCO ALVES RIBEIRO

Diretor Administrativo Financeiro

SÉRGIO PAULO MARINHO MEDEIROS

Diretor de Produtos, Serviços e Marketing

LEONARDO LORENTZ RIBEIRO

Diretor de Tecnologia

WELBER SILVA DUARTE

Diretor de Assuntos Públicos e Municipais

WILLIAM ABRAÃO ASPAHAN

Diretor Comercial e Expansão

CONSELHO FISCAL

IESSER SAID KUMAIRA

ISNALDO MAGALHÃES JÚNIOR

PAULO CESAR MATTAR

JULIANA SALAZAR FONSECA

RAHMAN CUNHA MELO



Escrito por Luiz resende às 13h11
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Lotéricas e Correios poderão comprar e vender dólar

 

O Conselho Monetário Nacional (CMN) alterou nesta quinta-feira (24) as regras dos chamados \"correspondentes bancários\" das instituições financeiras e passou a permitir que os bancos contratem lotéricas e agências dos Correios para compra e venda de moeda estrangeira, no valor de até US$ 3 mil. Os correspondentes funcionam, segundo o BC, como uma \"extensão\" dos bancos.

\"Estamos autorizando a possibilidade. Estamos dizendo que eles [Correios e lotéricas] estão autorizados [a comprarem e venderem dólares, dentro do limite estabelecido]. É uma faculdade que estamos dando\", explicou o chefe da Gerência Executiva de Câmbio e Normativos do BC, Geraldo Magela.

Para que os Correios e as lotéricas possam operar com câmbio, terão de fazer contratos com as instituições financeiras, acrescentou ele. A autoridade monetária informou ainda que os clientes terão de levar um documento, no qual conste o CPF, e preencher um formulário para a aquisição dos dólares. Ao fim do processo, receberão um recibo da operação.

Com a medida, o BC afirma dar condições para a ampliação da rede de atendimento para operações de câmbio de pequeno valor. O CMN também autorizou a contratação, como correspondente, de prestadores de serviços turísticos para a realização de transferências relativas a remessas internacionais de até US$ 3 mil, informou o Banco Central.

 

 

Correspondentes bancários
De acordo com o Banco Central, há mais de 150 mil pontos de atendimento com correspondentes bancários no país, mas nem todos eles atuam com câmbio. O BC avalia que essa prática \"disseminou a oferta de serviços financeiros\" na economia brasileira.

\"Até 2002, cerca de 1/3 dos municípios do país, bem como diversos segmentos sociais, mesmo nos grandes centros, não dispunha de canais adequados de atendimento. A atuação dos correspondentes amplia a inclusão financeira de diversos segmentos da sociedade, constituindo um fator importante na distribuição de crédito e proporcionando maior concorrência no mercado financeiro\", informou a autoriadade monetária.

Atualmente, informou o Banco Central, dos 5.564 municípios brasileiros cobertos por serviços financeiros, apenas 34 não contam com atendimento por meio de correspondentes, utilizando outro tipo de canal de atendimento.



Escrito por Luiz resende às 18h26
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Anac tem desconto nas empresas que fiscaliza

A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) estabeleceu acordo com  as empresas aéreas garantindo a seus dirigentes e servidores uma tarifa especial, obtendo desconto de 75% no preço de passagens. Com esse privilégio, a Anac aceita gentilezas de empresas que tem o dever de fiscalizar. A agência argumenta que “moralizou” essas relações, acabando o “passe livre”. O sindicato das empresas não se pronunciou. (Cláudio Humberto)

 



Escrito por Luiz resende às 17h57
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Reajuste da energia pode bater inflação

O reajuste médio das tarifas de energia elétrica pode ficar acima da meta inflacionária estabelecida para este ano, de 4,5%. Para especialistas, o risco hidrológico, os encargos e a própria inflação devem impulsionar a alta. A revisão dos valores para as grandes concessionárias, entre elas a Cemig, está prevista para abril. No entanto, a Agência Nacional de Energia Elétrica já autorizou, neste mês, aumento de até 15% para duas empresas de menor porte. De 2001 a 2010, o reajuste acumulado das tarifas chegou a 186%. No mesmo período, a inflação foi de 86%. (Diário do Comércio – MG)



Escrito por Luiz resende às 17h55
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34 novos radares no Anel Rodoviário e na BR-381

A instalação é fruto de uma licitação que prevê 2.696 equipamentos em rodovias do país

Trinta e quatro novos radares serão instalados a partir da próxima semana na BR-381 e no Anel Rodoviário. De acordo com o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), a conclusão dos trabalhos está prevista para março. A instalação é fruto de uma licitação que prevê 2.696 equipamentos em rodovias do país. Em Minas Gerais serão 410.
Com o reforço no sistema de controle de velocidade, o Anel passará a ter 18 radares, sendo 15 lombadas eletrônicas e três pardais. Já na BR-381, serão colocados 19 dispositivos do tipo discreto (pardal) e cinco lombadas, além das três já existentes. Ao todo serão 27 equipamentos.

Os locais onde serão instalados os dispositivos foram definidos após análises técnicas que revelaram os trechos que concentram a maior parte dos acidentes. Também foram feitas consultas às polícias Militar e Rodoviária. (Hoje Em Dia)



Escrito por Luiz resende às 17h55
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Governo livra 3.000 emissoras de rádio e TV de processos
17/02/2011

09:54

 

 

O governo federal considerou prescritos 8.231 processos abertos contra emissoras de rádio e TV por irregularidades cometidas no período de 1995 a 2007.

Os processos foram abertos contra 3.148 empresas do setor de radiodifusão.

Do total de processos, 3.765 geraram multas de R$ 9,2 milhões. Os demais previam outros tipos de punição. Só 9% das multas foram pagas. Ou seja, com a prescrição, o governo vai deixar de arrecadar R$ 8,4 milhões.

Essas multas foram aplicadas a emissoras de rádio e televisão por descumprimento de determinações legais.

Entre elas estão a transmissão de programação num raio maior do que o permitido, não respeitar o limite de 25% de propaganda comercial ou deixar de veicular a \\\"Voz do Brasil\\\".

São irregularidades que podem provocar até o fechamento das emissoras.

Decretada a prescrição, a corregedoria da Anatel (Agência Nacional de Telecomunicação) vai investigar se foi algo proposital para favorecer empresários do setor e apontar os agentes públicos culpados que podem ser punidos até com demissão.

 

 

RESPONSABILIDADE

A Folha apurou que uma das explicações que será dada por servidores é a indefinição sobre a competência de fiscalizar e sancionar o setor de radiodifusão.

Essa competência já foi do Ministério das Comunicações, depois da Anatel, voltou para o ministério e, agora, o governo Dilma definiu que a responsabilidade é da agência. A tese é que, nesse vaivém, perdeu-se tempo na análise dos processos.

O documento obtido pela Folha aponta, porém, que 368 processos prescreveram porque não tiveram nenhuma movimentação num período de três anos.

Ou seja, os técnicos da Anatel foram à emissora de rádio ou TV, encaminharam relatório com a notificação, mas o processo ficou parado. Dos processos, 52,8% prescreveram na Anatel e 46,8%, no próprio ministério.

A legislação prevê que a \\\"administração tem o dever de explicitamente emitir decisão nos processos administrativos e sobre solicitações ou reclamações, em matéria de sua competência\\\".

O Ministério das Comunicações diz que, apesar de o documento considerar os processos \\\"100% prescritos\\\", caberá a Anatel definir caso a caso.

A agência informou que somente após o recebimento dos processos será possível realizar uma triagem para arquivar os prescritos e dar andamento aos outros.

 

 

Fonte: UOL



Escrito por Luiz resende às 12h11
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